Atividades referentes ao texto sobre o poder da Igreja Católica sobre o período medieval.
1) Quais os meios de comunicação de massa o período medieval citados no texto?
Resposta: o texto cita as pinturas e esculturas das Igrejas, além dos sermões dos clérigos, já que toda a população feudal freqüentava as Igrejas Católicas.
2) Como a herança greco-romana chegou ao Mundo Cristão?
Resposta: a cultura greco-romana foi cristianizada a partir dos mosteiros católicos, que eram os centros de estudos do período, já que durante a Idade Média a escrita era pouco difundida entre a população, sendo restrita, em geral, aos membros do clero.
3) Justifique a afirmação: “A Igreja Católica era o fator que unificava o Mundo Medieval”.
Resposta: o sentimento de identidade no Mundo Medieval não se dava por questões políticas ou nacionais, mas sim pelo sentimento de pertencimento da população ao Cristianismo, o texto cita a seguinte afirmação, “antes de pertencer a qualquer grupo familiar, social ou político, o homem medieval pertencia a Igreja.”
quarta-feira, 10 de março de 2010
CONSERVADORES RESTAURAM O ANTIGO REGIME NA EUROPA.
Considerando a reicidente citação do Congresso de Viena como antecedente dos assuntos estudos no início desse ano resolvi postar este texto, retirado do UOL Educação (link na sessão + LEITURAS).
A derrota de Napoleão na famosa batalha de Waterloo, em junho de 1815, representou uma "pá de cal" nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade que desde a Revolução Francesa ecoavam por toda a Europa. De fato, desde a derrota francesa nos campos nevados da Rússia, em 1812, representantes do Antigo Regime vislumbravam condições para tocar adiante um movimento restaurador, consolidado com o chamado Congresso de Viena.
Com o propósito de restaurar o Antigo Regime e combater os ideais de liberalismo e nacionalismo que se instalaram nas nações européias no rastro deixado por Napoleão, reuniram-se em Viena os principais representantes do conservadorismo político, dentre os quais o czar Alexandre I da Rússia, o príncipe Hardenberg da Prússia, o ministro Talleyrand da França, o príncipe Metternich da Áustria e o Lorde Castlereaghi, representando os interesses ingleses sobre o continente.
Três princípios básicos guiaram as negociações travadas entre monarcas e diplomatas reunidos no Congresso: 1) a restauração do Antigo Regime e do absolutismo; 2) o reconhecimento da legitimidade das dinastias depostas pela política expansionista de Napoleão Bonaparte; e 3) o restabelecimento do equilíbrio político-militar entre as nações européias, promovendo a preservação da paz.
Os reis de volta ao trono
O princípio da legitimidade garantiu o retorno ao trono de algumas das antigas dinastias européias, como os Bourbon em Nápoles, Espanha e França, a dinastia de Orange na Holanda, os Bragança em Portugal, os Sabóia no Piemonte, além do restabelecimento do papa nos Estados Pontifícios. Além disso, uma vasta política de compensações territoriais buscou redesenhar o mapa da Europa, redefinindo as fronteiras estabelecidas pelas guerras napoleônicas.
Pelas intervenções de Talleyrand, a França - que saíra derrotada com a queda de Napoleão - garantiu sua integridade territorial, restaurando suas fronteiras de antes de 1792. A Inglaterra garantiu sua supremacia naval, com possessões no além-mar (como as ilhas de Malta e Ceilão), além de consolidar seus interesses econômicos, com o fim da política de Bloqueio Continental. A Prússia praticamente dobrou sua extensão territorial, incorporando partes da Saxônia, da Pomerânia e da Polônia, assim como a Rússia, que garantiu a anexação da Finlândia, da Bessarábia e de parte da Polônia.
A Santa Aliança
Além disso, no âmbito do Congresso de Viena gestou-se um pacto militar, batizado de Santa Aliança, pelo qual as nações envolvidas comprometiam-se a reprimir movimentos sediciosos que colocassem em xeque os propósitos da política restauradora. Graças a esse pacto, diversos movimentos liberais foram reprimidos, como em Nápoles e na Espanha em 1822, ou o movimento de cunho nacionalista, que buscava a unificação da Alemanha em 1821.
O pacto militar começou a ruir a partir da saída da Inglaterra, contrária aos propósitos de envio de tropas para a América Latina, com o propósito de reprimir os diversos levantes emancipacionistas que ameaçavam o colonialismo. Interessados na expansão comercial e em garantir novos mercados aos seus produtos industrializados, os ingleses desaprovavam a presença militar nas colônias americanas, postando-se contra a política intervencionista da Santa Aliança.
Doutrina Monroe: "A América para os americanos"
Além disso, em 1823 os Estados Unidos proclamaram a Doutrina Monroe, declarando que as conjunturas políticas relativas ao continente americano deveriam ser resolvidas internamente. Assim, sob o princípio da "América para os americanos", abriram franca oposição aos propósitos restauradores da Santa Aliança, iniciando uma relação de forte influência política sobre o continente.
Por fim, uma nova onda de revoluções liberais na Europa representou um duro golpe no pacto restaurador, uma vez que abriram as portas da independência política de países subjugados por outras potências (tal como ocorreu entre Grécia e Turquia em 1828), e substituíram o absolutismo por parlamentos constitucionais. Na França, por exemplo, a Revolução Liberal de 1830 marcou o fim da dinastia dos Bourbon, com a ascensão de Luis Felipe de Orleans, que ficaria conhecido como o "rei dos banqueiros", marcando o início de uma monarquia liberal e burguesa.
Marco Cabral dos Santos é historiador com doutorado em História pela Universidade de São Paulo.
A derrota de Napoleão na famosa batalha de Waterloo, em junho de 1815, representou uma "pá de cal" nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade que desde a Revolução Francesa ecoavam por toda a Europa. De fato, desde a derrota francesa nos campos nevados da Rússia, em 1812, representantes do Antigo Regime vislumbravam condições para tocar adiante um movimento restaurador, consolidado com o chamado Congresso de Viena.
Com o propósito de restaurar o Antigo Regime e combater os ideais de liberalismo e nacionalismo que se instalaram nas nações européias no rastro deixado por Napoleão, reuniram-se em Viena os principais representantes do conservadorismo político, dentre os quais o czar Alexandre I da Rússia, o príncipe Hardenberg da Prússia, o ministro Talleyrand da França, o príncipe Metternich da Áustria e o Lorde Castlereaghi, representando os interesses ingleses sobre o continente.
Três princípios básicos guiaram as negociações travadas entre monarcas e diplomatas reunidos no Congresso: 1) a restauração do Antigo Regime e do absolutismo; 2) o reconhecimento da legitimidade das dinastias depostas pela política expansionista de Napoleão Bonaparte; e 3) o restabelecimento do equilíbrio político-militar entre as nações européias, promovendo a preservação da paz.
Os reis de volta ao trono
O princípio da legitimidade garantiu o retorno ao trono de algumas das antigas dinastias européias, como os Bourbon em Nápoles, Espanha e França, a dinastia de Orange na Holanda, os Bragança em Portugal, os Sabóia no Piemonte, além do restabelecimento do papa nos Estados Pontifícios. Além disso, uma vasta política de compensações territoriais buscou redesenhar o mapa da Europa, redefinindo as fronteiras estabelecidas pelas guerras napoleônicas.
Pelas intervenções de Talleyrand, a França - que saíra derrotada com a queda de Napoleão - garantiu sua integridade territorial, restaurando suas fronteiras de antes de 1792. A Inglaterra garantiu sua supremacia naval, com possessões no além-mar (como as ilhas de Malta e Ceilão), além de consolidar seus interesses econômicos, com o fim da política de Bloqueio Continental. A Prússia praticamente dobrou sua extensão territorial, incorporando partes da Saxônia, da Pomerânia e da Polônia, assim como a Rússia, que garantiu a anexação da Finlândia, da Bessarábia e de parte da Polônia.
A Santa Aliança
Além disso, no âmbito do Congresso de Viena gestou-se um pacto militar, batizado de Santa Aliança, pelo qual as nações envolvidas comprometiam-se a reprimir movimentos sediciosos que colocassem em xeque os propósitos da política restauradora. Graças a esse pacto, diversos movimentos liberais foram reprimidos, como em Nápoles e na Espanha em 1822, ou o movimento de cunho nacionalista, que buscava a unificação da Alemanha em 1821.
O pacto militar começou a ruir a partir da saída da Inglaterra, contrária aos propósitos de envio de tropas para a América Latina, com o propósito de reprimir os diversos levantes emancipacionistas que ameaçavam o colonialismo. Interessados na expansão comercial e em garantir novos mercados aos seus produtos industrializados, os ingleses desaprovavam a presença militar nas colônias americanas, postando-se contra a política intervencionista da Santa Aliança.
Doutrina Monroe: "A América para os americanos"
Além disso, em 1823 os Estados Unidos proclamaram a Doutrina Monroe, declarando que as conjunturas políticas relativas ao continente americano deveriam ser resolvidas internamente. Assim, sob o princípio da "América para os americanos", abriram franca oposição aos propósitos restauradores da Santa Aliança, iniciando uma relação de forte influência política sobre o continente.
Por fim, uma nova onda de revoluções liberais na Europa representou um duro golpe no pacto restaurador, uma vez que abriram as portas da independência política de países subjugados por outras potências (tal como ocorreu entre Grécia e Turquia em 1828), e substituíram o absolutismo por parlamentos constitucionais. Na França, por exemplo, a Revolução Liberal de 1830 marcou o fim da dinastia dos Bourbon, com a ascensão de Luis Felipe de Orleans, que ficaria conhecido como o "rei dos banqueiros", marcando o início de uma monarquia liberal e burguesa.
Marco Cabral dos Santos é historiador com doutorado em História pela Universidade de São Paulo.
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FATO HISTÓRICO
segunda-feira, 8 de março de 2010
PARABÉNS AS MULHERES

Não poderia deixar de comentar sobre o Dia Internacional da Mulher, hoje, além do conteúdo das aulas, no 9º E e no 7º C tive oportunidade de falar um pouco sobre a História do 8 de março.
• 1857: greve operária na cidade de Nova Iorque, onde tecelãs de umas das fábricas da cidade exigiam entre outras coisas, redução da jornada de trabalho, que naquele período, chegavam a 16 horas diárias; equiparação salarial com os homens que exerciam a mesma função e; tratamento digno no ambiente de trabalho. Essas mulheres trabalhadoras sofreram brutal repressão por seu movimento, sendo trancafiadas na fábrica, que foi incendiada. 130 operárias morreram carbonizadas.
• 1910: na Dinamarca, foi reconhecido o 8 de março, como o Dia da Mulher, em homenagem as mulheres trabalhadoras de Nova Iorque que morreram no 8 de março de 1857.
• 1975: a ONU oficializa o 8 de março como o Dia Internacional da Mulher, diga-se de passagem, com muito atraso.
• 2010: a primeira comemoração do 8 de março completa 100 anos. Mas devemos ao invés de comemorar, aproveitarmos o dia para uma reflexão sobre a condição da mulher na sociedade atual. Será que as reivindicações das trabalhadoras de Nova Iorque mortas em 1857 já estão garantidas em todas as partes? Será que a mulher tem os mesmos direitos sociais, políticos e sexuais que o homem. O debate da igualdade de gênero continua em pauta, pois ainda não temos garantida a igualdade entre homens e mulheres. Devemos discutir o papel da mulher na Sociedade Atual; o preconceito e a desvalorização da mulher; a equiparação salarial entre homens e mulheres e; a violência contra a mulher, na sociedade e dentro das suas próprias casas.
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DATAS,
DIÁRIO DAS AULAS
RESOLUÇÃO DE ATIVIDADES: 9º E – VIRGÍLIO ROSAS DA SILVA
1) Qual a relação do Congresso de Viena e as Monarquias Absolutistas na Europa do século XIX?
Resposta: Precisamos estabelecer uma relação de causa e conseqüência. A Revolução e a Expansão Napoleônica haviam desestruturado boa parte das Monarquias Absolutistas da Europa do século XVIII, e o Congresso de Viena veio reestabelecer a ordem social absolutista, suas fronteiras e dinastias.
2) Destaque 2 diferenças entre o Estado Absolutista e o tipo de Estado proposto pelos Liberais.
Resposta: Enquanto o Estado Absolutista determinava a centralização de poder nas Monarquias Hereditárias, com poder determinado por origem divina, os liberais propunham o estabelecimento de governos de caráter democrático; As Monarquias Absolutistas tinham um contrato social baseado no poder absoluto dos reis, enquanto os Liberais propunham um Estado Constitucional e; enquanto o Estado Absolutista tinha o poder política concentrado no poder real os Liberais propunham a divisão dos Poderes de Estado.
3) O que é laicização do Estado?
Resposta: Laicização do Estado é a separação entre Política e Religião, segundo os Liberais o Estado deveria preservar o direito a prática religiosa não impondo uma religião oficial de Estado.
4) Qual a divisão de poderes de Estado no Brasil hoje?
Resposta: A divisão de poderes no Brasil hoje é: poder Executivo, responsável por administrar o estado brasileiro; poder Legislativo, responsável por criar as leis que regem o estado brasileiro e; poder judiciário, responsável por aplicar as leis do estado brasileiro.
Resposta: Precisamos estabelecer uma relação de causa e conseqüência. A Revolução e a Expansão Napoleônica haviam desestruturado boa parte das Monarquias Absolutistas da Europa do século XVIII, e o Congresso de Viena veio reestabelecer a ordem social absolutista, suas fronteiras e dinastias.
2) Destaque 2 diferenças entre o Estado Absolutista e o tipo de Estado proposto pelos Liberais.
Resposta: Enquanto o Estado Absolutista determinava a centralização de poder nas Monarquias Hereditárias, com poder determinado por origem divina, os liberais propunham o estabelecimento de governos de caráter democrático; As Monarquias Absolutistas tinham um contrato social baseado no poder absoluto dos reis, enquanto os Liberais propunham um Estado Constitucional e; enquanto o Estado Absolutista tinha o poder política concentrado no poder real os Liberais propunham a divisão dos Poderes de Estado.
3) O que é laicização do Estado?
Resposta: Laicização do Estado é a separação entre Política e Religião, segundo os Liberais o Estado deveria preservar o direito a prática religiosa não impondo uma religião oficial de Estado.
4) Qual a divisão de poderes de Estado no Brasil hoje?
Resposta: A divisão de poderes no Brasil hoje é: poder Executivo, responsável por administrar o estado brasileiro; poder Legislativo, responsável por criar as leis que regem o estado brasileiro e; poder judiciário, responsável por aplicar as leis do estado brasileiro.
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ATIVIDADES
domingo, 7 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
ARTE E HISTÓRIA.

Na aula da última quarta-feira no 6º A, da escola Virgilio, o assunto abordado foi a Pré-História, e a discussão do uso do termo Pré-História está correto ou não? A meu ver, é equivocado o uso do termo, na medida em que não podemos falar em um período anterior a História e sim em um período anterior à escrita. Minha concepção do que é História consiste na visão de que ela se inicia com o aparecimento do homem em nosso planeta.
O interessante foi que a professora Rosa, de Artes, ao se deparar com os “vestígios” do assunto Pré-História na lousa, aproveitou sua aula para tratar com os alunos sobre a arte rupestre. O que foi muito bom, pois inter-relaciona os conteúdos das várias disciplinas.
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DIÁRIO DAS AULAS
O HOMEM E SEU AMBIENTE.
Durante a aula desta quarta-feira no 8º D, da Escola Virgílio, um assunto interessante surgiu para discussão, se todos os homens são iguais, por que as diferenças étnicas? Mesmo sem ter um amplo conhecimento sobre o assunto, tentei solucionar a questão e discorre sobre o assunto.
Segundo a teoria mais aceita e difundida a espécie humana teria surgido na África por volta de 100 mil anos atrás. O continente africano está situado na zona tropical do planeta, portanto, com maior incidência de radiação solar, o que obriga o homem a ter uma proteção natural à exposição intensa à radiação solar, a pigmentação negra.
Com o passar do tempo o gênero humano se difundiu pelo planeta, através de migrações, ocupando, também, o continente asiático e europeu, atingindo regiões do pólo norte global, ou seja, áreas com menor incidência da radiação solar, o que desobrigou a necessidade da proteção natural contra a incidência da radiação solar, a pigmentação negra.
Esse assunto nos levou a discussão do processo evolutivo das espécies, que tem como critério importante a adaptabilidade das espécies ao ambiente.
Segundo a teoria mais aceita e difundida a espécie humana teria surgido na África por volta de 100 mil anos atrás. O continente africano está situado na zona tropical do planeta, portanto, com maior incidência de radiação solar, o que obriga o homem a ter uma proteção natural à exposição intensa à radiação solar, a pigmentação negra.
Com o passar do tempo o gênero humano se difundiu pelo planeta, através de migrações, ocupando, também, o continente asiático e europeu, atingindo regiões do pólo norte global, ou seja, áreas com menor incidência da radiação solar, o que desobrigou a necessidade da proteção natural contra a incidência da radiação solar, a pigmentação negra.
Esse assunto nos levou a discussão do processo evolutivo das espécies, que tem como critério importante a adaptabilidade das espécies ao ambiente.
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DIÁRIO DAS AULAS
terça-feira, 2 de março de 2010
COMO ESCREVER UM ARTIGO DE OPINIÃO?
Nesta semana, com a desistência da professora de Língua Portuguesa do 9º ano, eu tenho a substituído em algumas aulas, e me foi pedido para trabalhar com os alunos a produção de um Artigo de Opinião, já que o tipo de redação a ser cobrada neste ano nas Olimpíadas da Língua Portuguesa será esse. Para facilitar a aula resolvi montar uma ficha contendo a Estrutura de um Artigo de Opinião, os tipos de argumento e algumas dicas para se escrever um Artigo de Opinião.
ESTRUTURA:
1) Apresentação ou contextualização da questão em discussão (ponto de vista).
2) Explicitação da posição assumida (tese).
3) Utilização de argumentos que sustentam sua posição (argumentação).
4) Conclusão (retomada ou “amarração” da tese).
TIPOS DE ARGUMENTO:
A) Argumentos de autoridade – citação de uma fonte confiável. Um especialista, dados de um instituto ou de uma pesquisa.
B) Argumento de principio – legitimação por princípios, conceitos éticos e morais.
C) Argumento por causa – estabelecer relações de causa e conseqüência na sua argumentação.
D) Argumento por exemplificação – mostrar exemplos comparáveis.
DICAS:
• Tenha em mente para quem você vai escrever seu artigo de opinião.
• Cada idéia tem de ser repetida dois ou mais vezes.
• Reescreva seu artigo ao menos uma vez.
ESTRUTURA:
1) Apresentação ou contextualização da questão em discussão (ponto de vista).
2) Explicitação da posição assumida (tese).
3) Utilização de argumentos que sustentam sua posição (argumentação).
4) Conclusão (retomada ou “amarração” da tese).
TIPOS DE ARGUMENTO:
A) Argumentos de autoridade – citação de uma fonte confiável. Um especialista, dados de um instituto ou de uma pesquisa.
B) Argumento de principio – legitimação por princípios, conceitos éticos e morais.
C) Argumento por causa – estabelecer relações de causa e conseqüência na sua argumentação.
D) Argumento por exemplificação – mostrar exemplos comparáveis.
DICAS:
• Tenha em mente para quem você vai escrever seu artigo de opinião.
• Cada idéia tem de ser repetida dois ou mais vezes.
• Reescreva seu artigo ao menos uma vez.
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ARTIGO DE OPINIÃO
FORMAÇÃO DAS CIDADES
Durante aula no 7º C, da Escola Virgílio, nesta segunda-feira, estávamos discutindo o processo de ruralização da Europa no início do período Medieval e apesar de o assunto ser exatamente o inverso, o que causou grande interesse nos estudantes foi à formação das cidades contemporâneas, e a grande atração populacional que as cidades apresentam. O interesse dos alunos residia no conceito de “Centro” das cidades, já que eles apresentavam uma visão cartesiana do conceito de “Centro”. Foi preciso que eu explanasse sobre o crescimento desordenado das cidades, o que dificultava o estabelecimento do “Centro” geográfico das cidades, e que eu discorresse sobre a divisão da cidade por zonas de serviços. Portanto, o que determinamos como “Centro” da cidade pode ser definido como a área de ocupação inicial daquela cidade, ou mesmo, a zona reservada à atividade comercial.
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DIÁRIO DAS AULAS
segunda-feira, 1 de março de 2010
COMO SURGIU O MUNDO?
Na aula de segunda-feira, na Escola Virgílio, no 5º A, ao falarmos da “Organização da História”, sua divisão em períodos, da forma como a historiografia clássica a desenvolveu surgiu um assunto interessante, as visões de formação do mundo. Ao classificar que a História se inicia com o aparecimento do homem na terra, fui questionado por alguns alunos sobre quem foi o primeiro homem na Terra, então tive de expor as duas visões mais aceitas de formação do mundo, o Criacionismo e o Evolucionismo. Eu, particularmente, confio na visão Evolucionista de formação do mundo, mas acredito ser função do educador preservar as crenças pessoais dos estudantes, e deixar que eles próprios cheguem as suas conclusões. Portanto, ao discorrer sobre as duas visões de mundo mais difundidas eu procurei não tomar posição, mas felizmente, foi uma aula muito proveitosa e com a participação dos alunos.
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