quarta-feira, 7 de abril de 2010

Vídeos: Revolução Industrial, Globalização e Revolução das Mídias Sociais.

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Hoje, a aula do 9º ano, da Escola Virgílio Rosas, foi na sala de vídeo, onde projetamos curtas sobre os assuntos das últimas aulas.
O primeiro vídeo fala da Revoluçao Industrial, que antecede todos os temas das aulas de História nesse início de ano. A importância do processo de industrialização é condição tanto para as unificações de Itália e de Alemanha, quanto para a expansão imperialista do fim do século XIX e do iníco do século XX, que levaram as duas Guerras Mundiais. O importante, sobre a Revolução Industrial, e que o vídeo nos ajuda a compreender é a evolução da tecnologia, que se inicia a sim que o homem surge no planeta, ainda no Paleolítico Inferior, quando o homem passa a construir suas ferramentas com pedra lascada e ossos de animais. A Era Moderna inicia um novo conceito de tecnologia, com o processo de industrialização da produção de mercadoriais. A partir do uso de fontes de energia o homem substitui a força humana ou animal pela força motriz (gerada a partir dos recursos naturais). Primeiro a humanidade passa a utilizar o carvão para mover as máquinas à vapor, mas é com a segunda Revolução Industrial, com o uso do Petróleo como fonte de energia, que esse processo de mecanização da produção se espalha pelo planeta. A partir destas duas tecnologias, máquinas à vapor e motores a combustão (energia à partir do petróleo) desenvolveu-se os transportes de massa e de grande velocidade, que facilitaram o processo de integração global, tanto das economias como da cultura e informação.
A partir dessa integração comercial e cultural intensifica-se o que se chama de GLOBALIZAÇÃO, processo que se inicia desde o fim do Feudalismo, com o processo das Cruzadas, mas que vai ganhar a forma como conhecemos hoje a partir da segunda Revolução Industrial que provoca uma nova onde de colonização, que conhecemos como Expansão Imperialista do século XIX. Essa Globalização, ainda em curso, é o processo de aculturação das nações mundiais, na medida em que os países mais ricos passam a impor sua cultura sobre os países mais pobres. Essa imposição está presente na medida em que achamos que devemos consumir as mesmas informações, produtos e elementos culturais aqui no Brasil, nos EUA, na Europa, na China, na Índia ou em qualquer país da África, a partir da imposição das marcas mundiais (multinacionais).
Ligados econômica e culturalmente, as nações mundiais se tornam reféns uma das outros e quando uma delas deixa de interagir com as outras (crises econômicas locais) esse corte no ciclo mundial transforma um problema regional em uma crise mundial, vide a última crise mundial, com origem nos EUA, que devido a um problema econômico interno, deixou de consumir produtos do mercado internacional, levando a crise norteamericana para os outros países integrados ao sistema mundial, conhecido como Globalização.
Esse sistema Globalizado, segundo alguns críticos, serve apenas aos interesses das grandes coorporações econômicas mundiais, que se apropriaram desse processo de Globalização cultural do planeta para imporem à todos os países as suas marcas e produtos. Esse processo intensifica uma divisão social e econômica, dividindo a população mundial em pobres e ricos. As nações que rejeitam integrar esse modelo de integração global acabam sendo forçadas a se "globalizarem" a partir das intervenções militares dos países ricos ou dos próprios orgãos multinacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas), que encontram alguma brecha política para justificarem sua invasão militar. É assim, por exemplo, no Iraque e no Afeganistão de hoje, que estão ocupados pelas nações ricas, com boinas azuis da ONU, com a justificativa de levar à esses países a democracia e a civilização. Essas interverções militares não respeitam os direitos das nações de não participarem do sistema global.
Por fim, o último vídeo, mostra a suposta nova moda social, que é a interação entre as pessoas a partir de relacionamentos virtuais, a partir do que se convencionou chamar de Redes Sociais (Orkut, Twitter, Facebook, etc). A conclusão a que se chega ao assistir o vídeo, é que isso não é um modismo, mas sim o início de uma nova forma de vida, uma revolução nas relações sociais, que se davam a partir de relacionamentos presenciais (fisícos) e agora acontecem virtualmente. O vídeo insiste em dizer que nos dias de hoje se exige cada vez mais a presença digital das pessoasem todas as áreas da vida, inclusive na economia, que passa a ser guiada, tambpem, a partir da virtualização da sociedade. Ele chama esse processo de Socioeconomia, onde as relações comerciais se deram dentro das redes sociais virtuais.
A intenção de passar esses vídeos todos juntos, é mostrar que tanto a Revolução Industrial, quanto a integração mundial conhecida como Globalização e, agora, a Revolução das Mídias Sociais Virtuais são parte do mesmo processo, que ainda está em andamento, e que está mudando a forma de vida das pessoas de todas as partes do planeta.

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